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Um relatório chamado “Situação Mundial da Infância 2021-Na minha mente: promovendo, protegendo e cuidando da saúde mental das crianças”, lançado pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) revelou casos de depressão e falta de interesse são identificados entre adolescentes e jovens. A pesquisa é internacional e gera preocupação, sobretudo na pandemia. 

O estudo apresenta uma prévia da pesquisa com crianças e adultos em 21 países conduzida pelo Unicef, em parceria com a Gallup. Segundo o levantamento, em média, um em cada cinco (19%) adolescentes e jovens de 15 a 24 anos, muitas vezes, sente-se deprimido ou tem pouco interesse em fazer as coisas.

Para a pesquisa, foram entrevistadas aproximadamente 20 mil pessoas, por telefone, em 21 países. Os resultados completos serão divulgados em novembro. 

No Brasil, um dos países que participou do estudo, essa porcentagem é ainda maior que a média, 22% dos adolescentes e jovens de 15 a 24 anos dizem que, muitas vezes, sentem-se deprimidos ou sem interesse.

Isso coloca o país em oitavo lugar no ranking dos 21 países. Camarões aparece em primeiro lugar, com uma porcentagem de 32%. Em último lugar, está o Japão, com 10%. 

De acordo com o relatório, calcula-se que, globalmente, mais de um em cada sete meninos e meninas com idade entre 10 e 19 anos viva com algum transtorno mental diagnosticado. Quase 46 mil adolescentes morrem por suicídio a cada ano, uma das cinco principais causas de morte nessa faixa etária. 

O cenário já era preocupante antes da pandemia. Segundo os últimos dados disponíveis do Unicef, globalmente, pelo menos uma em cada sete crianças foi diretamente afetada por lockdowns, enquanto mais de 1,6 bilhão de crianças sofreram alguma perda relacionada à educação. 

Fonte: Agência Brasil

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