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A nova gestão do Sistema Unimed traçou um plano de contra-ataque para não perder participação de mercado. Atualmente, as unidades da Unimed contam com 17,6 milhões de usuários, o equivalente a 36,5% do setor de planos de saúde, e movimentaram R$ 74,4 bilhões em 2020.

Entre as medidas estão, por exemplo, a criação de um fundo imobiliário, uma fintech, uma corretora digital, além da formação de um conselho com integrantes independentes como a economista Zenia Larif e Michel Levy, que já tomaram posse.

O projeto mais avançado é de um fundo imobiliário, que permite  às unidades da Unimed vender seu patrimônio imobiliário e usar os recursos para expansão ou pagamento de dívidas.

Após a venda do ativo, o imóvel fica locado para o próprio hospital no contrato de longo prazo. No total, as cooperativas têm 149 hospitais, 269 clínicas médicas, 216 pontos de atendimentos e 176 laboratórios.

O valor patrimonial desses ativos é estimado em R$80 bilhões. Já há negociações com três Unimeds, como Vale do Aço e Campina Grande, que pretendem ver seus hospitais. Já desde unidades prontas e outras em construção.

O novo comando do Sistema Unimed, cujo mandato vai até 2025, quer criar serviços que integrem as cooperativas. Outro projeto em andamento nesse sentido é uma fintech, a Unimed Pay, para a criação de uma carteira digital para remuneração dos médicos, procedimentos, ressarcimento de atendimentos e pagamento de boletos, que ainda depende de aprovação interna.

Outra ideia é a criação de uma corretora digital para entender os sistemas. Em vez do usuário buscar uma corretora do mercado para adquirir, por exemplo, um plano odontológico, ele pode fazer uma contratação por aplicativo.

Fonte: Valor econômico

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