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Indo além das boas sensações que a música pode trazer para a nossa mente, a Musicoterapia se revela um campo da saúde para desenvolver habilidades ou uma reabilitação das funções para desenvolvimento humano. Segundo especialistas, o processo terapêutico traz benefícios nos aspectos físico e mental.

Baseada em evidências comprovadas por diversos estudos científicos, a musicoterapia é um campo da saúde que utiliza música como uma ferramenta para tratar pessoas de todas as idades. A musicoterapeuta Patrícia Costa explica como funciona o processo. “A Musicoterapia não é um método, é uma profissão estabelecida no campo da saúde que utiliza a música e seus elementos para tratar necessidades físicas, emocionais, cognitivas e sociais de indivíduos de todas as idades. O processo terapêutico desenvolve habilidades ou reabilita funções do desenvolvimento humano, através de processos de prevenção, reabilitação ou tratamento”, afirmou.

A sensação de bem-estar causada pela liberação de endorfinas, a regulação da pressão sanguínea e do batimento cardíaco são alguns dos benefícios que as atividades musicoterapêticas podem proporcionar, segundo a profissional. “Como efeitos psicológicos pode ajudar a desenvolver a capacidade de atenção, estimular a imaginação, ajudar a desenvolver a memória, a criatividade e o sentido de ordem e de análise. Não deixando de citar os efeitos sociais onde a musica ajuda a provocar expressão, interação e aproximação de grupos socais”, elencou.

A musicoterapia pode auxiliar qualquer área da saúde em que exista demanda, de acordo com a musicoterapeuta. “Auxilia na reabilitação neurológica em casos de vítimas de Acidente Vascular Encefálico (AVE) e Afasia, ou seja, um transtorno de linguagem que ocorre após uma lesão cerebral, que acomete adultos e idosos. O processo também é eficaz na estimulação do desenvolvimento infantil e em casos de crianças que apresentem algum transtorno ou atraso. Tem efeitos surpreendentes também na intervenção em pacientes com Alzheimer e outras doenças degenerativas”, explicou.

Após a consulta e avaliação com o musicoterapeuta, as técnicas são aplicadas especificamente para que sejam feitos estímulos e práticas sonoras. “Para a Musicoterapia não é preciso saber tocar instrumentos, é importante apenas ter uma boa relação com a música. Mas atenção, o musicoterapeuta não é um professor de música, ele é um terapeuta habilitado em curso específico de graduação ou pós-graduação e está inserido na área da saúde. Os pacientes passam por uma avaliação e anamnese, e pode ser feita por indivíduos de qualquer idade”, esclarece Patrícia.

Em Belém, existem mais de 30 profissionais habilitados a desenvolver o processo de Musicoterapia. Para conhecer mais sobre os profissionais e especificações sobre a área, os interessados podem buscar outras informações pelo Instagram oficial da Associação Musicoterapia Pará (@musicoterapia_amtpa). 

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