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A utilização dos recursos naturais do planeta e sua forma sustentável para manter hábitos mais saudáveis está na pauta do dia. Tanto é verdade que, a cada ano, mais setores da economia têm investido em iniciativas que validem esse conceito em seus negócios e instituições. A Organização das Nações Unidas (ONU) instituiu o dia 18 de junho como Dia Mundial da Gastronomia Sustentável, data que está diretamente ligada à mudança nos impactos causados pelo consumo alimentar.

A ideia é promover uma alimentação responsável, sustentável e que, além de não impactar no meio ambiente, proporcione benefícios à saúde. O momento em que vivemos no último ano, favoreceu a adoção de novos hábitos alimentares e com as orientações e novos protocolos sanitários, o home office e outras atividades remotas, a mudança na rotina obrigou as pessoas a ficarem mais tempo dentro de suas casas e, consequentemente, prestarem mais atenção à alimentação.

Há quem diga que a pandemia favoreceu o ganho de peso. Mas muitas pessoas aproveitaram para resgatar hábitos saudáveis. Uma pesquisa realizada em julho de 2020, conduzida pela Galunion com a Qualibest, apontou que 93% dos brasileiros estão cozinhando e preparando sua própria comida. Para a nutricionista Fernanda Seiffer, “é aí que entra o conceito de gastronomia funcional, aliada a técnicas culinárias usadas para preservar os nutrientes dos alimentos funcionais, aqueles que fornecem substâncias ativas para promover benefícios à saúde”, conclui.

Os nutrientes dos alimentos interagem entre si, de forma a melhorar ou piorar o processo absortivo. Por isso, a importância das combinações corretas na hora de cozinhar. De acordo com a nutricionista, a gastronomia funcional e culinária saudável passam pela qualidade dos alimentos e métodos de produção, já que a consciência ambiental está associada às escolhas alimentares diárias.  “Então, podemos destacar preocupações como a “bioacessibilidade”, que é a quantidade de um composto ativo ou nutriente liberado no trato gastrointestinal, tornando-se disponível para absorção e, ainda, a “biodisponibilidade alimentar”, que significa a porção de nutrientes desses alimentos que realmente são absorvidos e aproveitados pelo organismo”, finaliza a especialista.

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