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O vinho é uma bebida indispensável para muitas pessoas, principalmente para compor as mesas de refeições. Após um dia estressante, uma boa taça de vinho pode ser uma opção especial e saudável. Segundo a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), o vinho é considerado uma bebida funcional porque a sua composição apresenta benefícios que comprovam que o consumo moderado de vinho faz bem à saúde, e o excesso pode causar prejuízos. O vinho pode prevenir contra doenças cardiovasculares e atuar na saúde digestiva e neurológica.  

A professora de Nutrição e Gastronomia e especialista em Vinhos de Provence Keilla Cardoso explica a importância do consumo controlado tanto em relação a frequência quanto em quantidade. “É necessário ter bastante atenção com a frequência do consumo. Ele pode ser consumido todos os dias, inclusive, os estudiosos, cardiologistas, nutricionistas recomendam a ingestão de um cálice de vinho tinto por dia”.  

Os vinhos são produzidos de vários tipos de uvas, mas o que traz esse benefício e apresenta essa qualidade é produzido a partir da uva Vitis Vinifera, afirma a especialista. Para ela, é importante estar atento a qualidade do vinho. “Existem vinhos que são produzidos de outras variedades, mas é um vinho que vai apresentar uma menor qualidade se tratando de benefícios à saúde”, destaca.  

Quando ingerido em excesso, o vinho pode causar danos à saúde, além do efeito contrário de toda sua proteção, ele pode levar ao desenvolvimento de doenças cardiovasculares, doenças neurológicas e impedir a absorção de outros nutrientes como vitaminas e sais minerais presentes alimentação diária, assim como pode causar dependência. O vinho fino tinto seco é recomendado para adultos, inclusive para a pessoa idosa. Por ser uma bebida funcional, traz inúmeros benefícios à saúde.  

O vinho também é fonte de potássio, que ajuda no controle da proteção cardiovascular e impede o desenvolvimento de doenças do coração. Pesquisas comprovam que o vinho pode combater e amenizar sintomas de algumas doenças como o Parkinson, atua na ação dos radicais livres, no envelhecimento precoce e saúde visual.  

De acordo com Keilla, além da frequência e moderação, o consumo controlado do vinho deve estar associado a qualidade de vida e dieta equilibrada. “É necessário praticar atividades físicas, evitar o tabagismo, o estresse, que são fatores que contribuem para o desenvolvimento de doenças crônicas, o vinho ajuda, mas é necessário um conjunto de hábitos adequados para obter os benefícios da sua ação no organismo”, pontua.

A ciência da enogastronomia ensina como é possível harmonizar os vinhos e as preparações de alimentos. Recomenda-se que a bebida seja consumida durante as refeições por causa da interação entre os nutrientes que contém no vinho e nos alimentos, que podem potencializar a absorção de alguns desses nutrientes contidos na alimentação. Estudiosos e profissionais da área da saúde também recomendam a ingestão de um cálice de vinho antes de dormir para relaxar a musculatura, controlar a pressão arterial e insônia, destaca a professora.  

Por fim, Keilla ressalta a importância de incluir o vinho na rotina como uma forma de adotar hábitos saudáveis, além de enfatizar a relação dos custos e benefícios da bebida. “É importante adotarmos esse hábito na nossa alimentação. O vinho não é uma bebida que faz parte da classe média alta. Nós temos vinhos de excelentíssima qualidade e custo-benefício. O valor dos vinhos não está associado com a sua qualidade, pois, não são só vinhos caros que apresentam esses benefícios ou qualidade, existem vinhos muito bons que podem ser inclusos na alimentação para que tenhamos uma vida mais saudável e que possamos alongar um pouquinho mais a nossa longevidade com qualidade”, conclui.  

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