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Por Michelly Murchio

Em geral, 70% das doenças cardiovasculares têm origem desconhecida e predominantemente congênita.

O Brasil ganhou destaque recentemente com a posição do Instituto do Coração (SP), eleito o melhor hospital de cardiologia da América Latina, segundo avaliação da revista americana Newskeek, em parceria com a empresa alemã Statista, ficando na vigésima terceira posição da World´s Best Specialized Hospital 2021.

Segundo a cardiopediatra Estela Azeca, chefe clínica do transplante cardíaco pediátrico do Incor (SP), em torno de 20 transplantes são feitos anualmente, e desde o início da pandemia, em 2020, quando as cirurgias eletivas foram afetadas, já foram realizados 18 transplantes, mantendo o ritmo esperado.

O mesmo não ocorreu em outros hospitais de referência, em que houve redução de até 80% nas cirurgias cardíacas em crianças como o Hospital Pro Criança Cardíaca, instituição médico-social que atende crianças de baixa renda.

Em Belém, a Fundação Hospital de Clínicas Gaspar Vianna, único centro de referência em Cardiologia do Estado do Pará, realizou 24 cirurgias em crianças em 2020. Um deles foi o pequeno Arthur, de um ano, que logo no primeiro mês de vida foi diagnosticado com uma cardiopatia congênita DSAVT (Defeito de Septo Atrioventricular Total) e precisava de cirurgia antes dos seis meses de idade. Nascido no início da pandemia, em março de 2020, aos 9 meses conseguiu realizar o procedimento cirúrgico. A mãe de Arthur, Mohini Medeiros, explicou que a mobilização da família acabou ajudando outras crianças que estavam na fila e que puderam, juntamente com o filho, ser submetidas a um mutirão feito pelo Hospital.

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