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Apesar do temperamento mais independente, os gatos também podem ser muito apegados aos tutores. A relação entre animais e humanos pode ir muito além da companhia diária, mas também uma terapia ao ser humano, com boas doses de carinho e afeto.

Os gatos são conhecidos pela “frieza” pela forma como agem em ambiente doméstico, mas isso é  um mito, de acordo com o médico veterinário Roger Viana. “É um mito afirmar que gatos gostam de ficar sozinhos! Gatos são animais bastante amorosos e companheiros, quem tem um gatinho em casa, sabe muito bem que a expressão ‘não se sentir sozinho nunca mais’ é rotina. Animais que apresentam hábitos como ‘amassar o pãozinho’ e esfregar o focinho em você, correr e brincar pela casa, interagir como se estivesse ‘conversando com você’, são sinais que eles estão se sentindo bem, porém o ‘ronronar’, o famoso ‘motorzinho de barco’ é o que mostra o quão feliz e bem estão naquele lugar”, explicou.

A companhia de tutores ou de outros animais é uma preferência dos felinos, como explica o médico. “Quando os tutores passam muito tempo longe de casa, esses animais tendem a apresentar estresse por conta das horas e horas sozinhos, o que pode causar outros problemas a mais no animal. Um quadro que pode mudar essa realidade é aproveitar o tempo que tem para interação com brincadeiras e outros afazeres com o animal, e até mesmo uma consultoria com um médico veterinário especialista em medicina felina para utilizar em casa o enriquecimento ambiental”, falou Roger.

O primeiro passo ao adotar um gatinho é procurar um médico veterinário. “Primeiramente deve ter ciência que o felino é um animal que tem suas próprias particularidades, suas exigências, então os principais cuidados ao adotar um animal é levá-lo ao médico veterinário para fazer a primeira avaliação, para que o profissional possa repassar os melhores cuidados, assim como se necessário exames para um checkup, protocolo de vermífugo, protocolo vacinal e uma boa nutrição”, concluiu o veterinário.

Comportamento felino é tema de pesquisa

Para tentar compreender o comportamento dos felinos e analisar a relação afetiva deles com seus tutores um estudo chamado “Amor de gato” está sendo desenvolvido em uma parceria do Biotério Canil e Gatil da UFRA, Projeto Antrozoo da Universidade de São Paulo (USP), Laboratório de Ornitologia e Bioacústica da Universidade Federal do Pará (UFPA).

Na pesquisa, cerca de 80 animais são analisados em dois grupos: os animais que estão no Gatil e o animais que já estão domiciliados e possuem tutores. No Gatil da UFRA, biotério que tem função de ensino e pesquisa e extensão, serão analisados 40 felinos. O outro grupo, composto por animais que já possuem um lar, ainda precisa de voluntários.

Para participar, os tutores precisam conviver com o animal há pelo menos um ano. O animal precisa estar saudável e residir em Belém. A outra forma é adotar um gato que esteja disponível para adoção no Gatil da UFRA.

Como forma de incentivo à comunidade, serão oferecidos benefícios como gratuidade em um check-up no Hospital Veterinário da Universidade Federal Rural da Amazônia ou uma vacina polivalente para felinos. O cadastro deve ser feito através dos números 91-99364-4882/ 91- 98861-0847 ou pelo e-mail amordegato.ufra@gmail.com .

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