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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou a venda de testes rápidos de Covid-19, para que as pessoas possam realizar o autotestes para a covid-19 em casa. As farmacêuticas ainda vão pedir o registro dos produtos da Anvisa.

Essa liberação foi solicitada pelo Ministério da Saúde devido a nova onda de casos de Covid com a chegada da variante Ômicron, considerada altamente transmissível. O ministério ainda vai incluir orientações sobre o uso dos produtos no “Plano Nacional de Expansão de Testagem para Covid-19” (PNE Teste).

Na semana passada, os diretores da agência se mostraram a favor da liberação do autoteste, mas adiaram a decisão com a justificativa de falta de políticas públicas. Uma outra nota técnica foi enviada à Anvisa na noite da última terça-feira (25).

A relatora desse processo, Cristiane Rose Jourdan, votou a favor da liberação. Como argumento, ela disse que os autotestes já são usados ​​em outros países, como Alemanha, Reino Unido e Estados Unidos. Além disso, citou a política de autoteste aperfeiçoada pelo Ministério da Saúde.

O voto da relatora foi seguido pelos diretores Rômison Rodrigues Mota, Alex Machado Campos e Meiruze Sousa Freitas.

Na reunião, o diretor Alex Machado Campos destacou que os autotestes não devem ser usados comprovação de resultado negativo em viagens internacionais, para fins de licença médica ao trabalho e também para a realização de testes em terceiros.

Em nenhum documento, o Ministério da Saúde determina que o registro de resultados obtidos por meio de autotestes será facultativo. Os fabricantes de produtos podem definir se vão ou não disponibilizar um sistema para fazer uma comunicação. Integrantes do ministério justificam que o diagnóstico não é conclusivo e, por isso, a comunicação deve ser facultativa.

A recomendação para os pacientes com resultado positivo de Covid-19 no autoteste — exames rápidos de antígeno que podem ser feitos em casa — é que procurem unidades de saúde. A avaliação é de que autotestes devem dar mais possibilidade para pessoas que possam adquirir os exames caseiros, que devem ser vendidos em farmácias e drogarias.

Fonte: O Globo

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