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Divulgada no início da semana, a máscara com exame de precisão semelhante ao PCR foi desenvolvida por pesquisadores da Wiss Institute, de Harvard; e do Massachusetts Institute of Techology e entrega em menos de 2 horas o resultado após ser acionado o dispositivo instalado nela. É como se um laboratório inteiro fosse comprimido em um dispositivo sintético e biológico, graças ao nível molecular de alta precisão.

Para obter o resultado, o método utilizado foi a liofilização e congelamento de elementos das moléculas que as células do corpo humano utilizam para realizar a leitura do DNA e promover a síntese de proteínas e RNA. A partir disso, as células são ativadas pelo contato da água, no caso, a saliva e a respiração. O resultado fica exposto apenas no lado interno da máscara.

O projeto antecedeu a pandemia, pois, estavam em busca de uma forma rápida, de baixo custo e alta eficácia para detecção do vírus Zika. O estudo foi publicado na revista Nature Biotechnology.

Na máscara de diagnóstico, acontecem três diferentes reações biológicas. A primeira abre a membrana do vírus Sars-CoV-2, se ele estiver presente na respiração do usuário, e expõe seu RNA. A segunda faz várias cópias do gene que codifica a proteína S, usada pelo coronavírus para penetrar nas células. A reação final, usando sensores Sherlock, detecta qualquer fragmento do gene S e, neste caso, corta uma molécula “detectora” em dois pedaços menores que mudam as cores da tira de ensaio.

A Agência de Redução de Ameaças de Defesa, do governo americano, foi uma das instituições que financiou a pesquisa, ao lado do setor de inovação da Johnson & Johnson, do Grupo de Fronteiras Paul G. Allen, de institutos e fundações ligados a Harvard e ao MIT.

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