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No Brasil, 47,6 milhões de pessoas tinham um plano de saúde até dezembro de 2020, segundo a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). O foco, neste momento, é atender apenas as pessoas sem plano, com preços e descontos populares.

Para usufruir o consumidor precisará criar uma conta no aplicativo ou no site do Rita. A partir daí, escolherá os serviços que quer comprar e agendar atendimento em uma unidade física. São mais de 3,5 mil opções de produtos e serviços de análises clínicas, diagnósticos por imagem, vacinação e check-up executivo.

A healthtech Rita nasceu com 60 mil clientes do cartão de saúde do Sabin, um projeto que oferece exames com preços menores e com descontos para pessoas que não têm plano de saúde. Mas o centro de saúde digital tem potencial de chegar a mais de 1 milhão de clientes dos quase 6 milhões que o Sabin atende anualmente em suas unidades físicas. A plataforma digital pode gerar uma receita adicional de até R$ 100 milhões entre dois anos e cinco anos, segundo estimativas da empresa.

O centro de saúde digital oferecerá também o serviço de telemedicina. Nesse momento, serão 12 médicos de diferentes especialidades do próprio grupo Sabin. Mas a ideia é abrir o serviço para outros profissionais. “Queremos oferecer um modelo de saúde coordenado ao paciente com o apoio da telemedicina”, afirma a CEO, Lídia Abdalla.

Em um segundo momento, laboratórios em locais onde o Sabin não tem presença física também serão aceitos na plataforma, assim como farmácias para venda de medicamentos com descontos. Nesses casos, o grupo de medicina diagnóstica ganhará uma comissão pela transação. “Não seremos um plano de saúde e não teremos hospitais”, diz Abdalla. “Vamos nos concentrar no atendimento primário e secundário ao paciente.”

O consumidor poderá ainda criar uma conta digital para manter créditos que podem ser usado em créditos que podem ser usados no futuro em exames ou serviços de telemedicina. O grupo Sabin quer contar também com a modalidade de “crowdfunding”, na qual pessoas físicas ou até mesmo empresas podem doar créditos para que pessoas de baixa renda possam utilizar o Rita e fazer exames e teleconsultas. “Esse será um dos diferenciais do Rita”, afirma Abdalla.

Com informações da Neo feed

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