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A previsão do IBGE é que, em 2025, o número de brasileiros com mais de 60 anos será em torno de 32 milhões. A mesma pesquisa indica que, até 2050, o país terá 14% de crianças e quase 23% de idosos. Entre outras questões, a violência contra a pessoa idosa é um dos principais desafios relacionados à longevidade.

A mudança na pirâmide etária do país exige a adoção de medidas mais eficazes para contornar esses e outros desafios do envelhecimento. A escolha do dia 15 de junho para celebrar o Dia Mundial de Conscientização da Violência contra a Pessoa Idosa pode ser considerada um símbolo da luta pela garantia da assistência integral à saúde do idoso.

No atual cenário de crise resultante da pandemia de Covid-19, é necessário ter ainda mais cuidado com a proteção da saúde dos idosos, já que eles compõem um dos grupos de risco para a doença. Além do aspecto físico, a proteção dessas pessoas ajuda a evitar o desenvolvimento de doenças mentais, como os transtornos de ansiedade e a depressão em idosos.

Também é importante manter uma vigilância a fim de identificar e denunciar de casos suspeitos e, assim, procurar as instituições responsáveis. Além disso, é necessário criar campanhas educativas visando preparar as gerações mais novas para tratar e respeitar os direitos do idoso. Esse é um dos caminhos para assegurar ao grupo um envelhecimento proveitoso e justo.

Doenças x Violência

Nos últimos anos, o crescimento da população de idosos no Brasil revelou algumas condições que exigem um olhar mais amplo e contextualizado: a persistência da violência contra a pessoa idosa. Considerando os efeitos dos maus tratos sobre a saúde emocional desse grupo, é necessário buscar estratégias para contornar essas questões.

Entre as consequências da violência contra os idosos, destaca-se o aumento das doenças depressivas. Tais enfermidades geram consequências não apenas para o próprio indivíduo, mas também para as famílias e comunidades.

Uma publicação feita pelo Jornal da USP revelou a relação entre abandono familiar, índices de depressão e surgimento de demências como o Alzheimer na terceira idade. Logo, a violência contra a pessoa idosa é um fenômeno que traz graves prejuízos, por isso, requer soluções urgentes.

A OMS considera os atos violentos contra os idosos uma atitude desrespeitosa e irracional. Geralmente, esse tipo de violência é praticado por pessoas próximas, sendo familiares ou não. Nessas circunstâncias, tais práticas ferem o relacionamento de confiança e provocam sofrimento físico e emocional.

A violência imposta a esse grupo reflete diretamente nas condições de saúde mental, elevando-se os riscos para o desenvolvimento de diferentes complicações, como doenças emocionais, comprometimento cognitivo e incapacidade funcional. Para que os idosos de hoje tenham mais chances de melhorar a qualidade de vida, é necessário combater quaisquer tipos de violência praticada contra eles.

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