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No dia de combate ao câncer mama, neste dia 19 de outubro, a conscientização sobre a importância do diagnóstico precoce se faz necessário entre mulheres. Compartilhar informações e proporcionar mais acesso aos serviços de tratamento são os principais objetivos da campanha outubro rosa.

Segundo a Sociedade Brasileira de Mastologia, cerca de 60 mil mulheres são diagnosticadas com câncer de mama por ano. No Brasil, mulheres com menos de 35 anos, a incidência hoje está entre 4% e 5% dos casos, faixa etária em que historicamente apenas 2% dos casos eram observados. Os números trazem um alerta para maior propensão ao desenvolvimento da doença entre mulheres com mais de 50 anos, o aumento na incidência de câncer de mama entre mulheres mais jovens nos últimos anos tem chamado a atenção.

Existem 19 tipos de câncer de mama,  segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS). A mastologista Cynthia Lins explica que existem classificações de câncer de mama não especiais, que são os mais comuns, chamados ductal e lobular, e os subtipos especiais, que são responsáveis por 85% de câncer de mama. “Entre os sintomas, aparecimentos de nódulos não dolorosos, mudança na pele com tons avermelhados, com aspecto de casca de laranja, uma mama maior de a outra, retração do mamilo, secreção do mamilo. É importante lembrar que os tumores mamários muitas vezes não tem sintomas”, afirmou.

A médica explica alguns fatores podem potencializar os sintomas. “O estilo de vida das mulheres pode ser um fator preponderante. 80% dos casos de câncer de mama são de origem comportamental, ou seja, pelo estilo de vida. No Brasil, principalmente o sedentarismo, o consumo de álcool, a obesidade, estresse, uso prolongado de anticoncepcional e também a idade da primeira menstruação de da menopausa, que são intrínsecos às mulheres”, elencou.

O autoexame não substitui a mamografia, segundo a mastologista. “Durante o autoexame só é possível diagnosticar o tumor em torno de 1,5 cm, considerado em um estágio não mais inicial. Quanto mais cedo identificar o tumor mais chances de cura. A mamografia deve ser feito a partir dos 40 anos, anualmente”, concluiu.

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