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A toxina butolínica ou botox tem o intuito de manter a pele jovem por mais tempo, além de amenizar rugas e marcas de expressão, mas esse procedimento ganhou um novo sentido: a toxina botulínica também pode ajudar a combater casos de enxaqueca crônica. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o tratamento pode beneficiar cerca de 4 milhões de brasileiros que sofrem com a doença.  

O neurologista Henrique Miranda explica como o botox pode ajudar no tratamento da enxaqueca crônica. “O mecanismo de ação da toxina botulínica na prevenção das crises de enxaqueca se dá pela inibição das terminações nervosas do crânio e pescoço que levariam a dor até a região do córtex cerebral”, pontua.  

O produto é aplicado em áreas como a testa, têmpora, pescoço, nuca e ombros, e a duração do efeito varia para cada paciente. O protocolo atual recomenda a repetição do procedimento a cada 12 semanas. De acordo com o especialista, não há contraindicações, mas ideal é que esse tratamento seja feito a partir dos 18 anos. 

O uso da toxina botulínica é aprovado especificamente para casos de enxaqueca, mas o neurologista afirma a importância de avaliação avaliado prévia para confirmar o diagnóstico e possibilidade de começar o tratamento. “O diagnóstico de enxaqueca é estabelecido através da anamnese e do exame físico neurológico. Exames complementares nem sempre são necessários”, afirma.  

A Organização Mundial da Saúde (OMS) revelou que cerca de 75% da população mundial com idade entre 18 e 65 anos sofre com dores de cabeça. Existem mais de 200 tipos de cefaleia registrados. 

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