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É muito comum conhecer ou ouvir pessoas adultas ou crianças que tem aversão ou possuem dificuldade para comer alimentos como verduras, legumes ou frutas, que são essenciais para melhorar e manter a saúde de cada um. Aprender a gostar desses alimentos pode não ser uma tarefa fácil para alguns, mas é possível incluí-los na rotina de forma leve e saudável com a orientação de um especialista.  

A nutricionista Sandra Dias explica que o hábito de comer esses alimentos deve ser feito ao longo da infância para a formação do paladar infantil de forma gradativa, para que os menores passem a perceber o sabor de cada alimento. “As frutas, verduras e legumes devem ser oferecidas logo ao iniciar a introdução alimentar do bebê aos 6 meses de vida. Oferecendo gradualmente, cada alimento separado, para que o bebê possa conhecer o sabor de cada um. Assim formando seu paladar e determinando suas preferências. Não adicionando leite em pó ou misturando com farinhas. Para crianças maiores que não gostam desses alimentos por seletividade alimentar, deve oferecer inicialmente por preparo culinário como bolos, pães e sorvetes”, afirma.  

A nutricionista revela como incluir os alimentos no dia a dia, e de forma prática tanto para crianças quanto para adultos. “O ideal é adicionar, pelo menos, três porções de frutas por dia, duas porções de legumes e verduras nas refeições principais, consumindo nas refeições diárias, café da manhã ou lanches, almoço e jantar, levar em lancheira para escola ou no trabalho ou adicionando em preparos culinários, por exemplo, uma banana, laranja, uma maçã. Arroz com cenoura e brócolis, omelete de abobrinha com chuchu”, destaca.   

De acordo com a especialista, as frutas, legumes e verduras possuem micronutrientes essenciais para auxiliar o sistema imunológico, recuperação de infecções e alguns alimentos têm propriedade anti-inflamatória e antioxidantes. “Por isso é importante consumir todos os grupos alimentares: cereais, tubérculos, proteínas, verduras, legumes e frutas nas refeições diárias”, ressalta.  

A ingestão desses alimentos é fundamental para proporcionar mais saúde, porém, é necessário consultar um especialista para entender a importância desse consumo, assim como a orientações individuais de acordo com a necessidade de cada pessoa. “O ideal é fazer acompanhamento nutricional para ajustar necessidades e ter orientações adequadas para incluir esses alimentos gradualmente nas refeições. Principalmente para quem tem aversões. cada pessoa é única e tem suas particularidades. E com acompanhamento nutricional, o profissional vai auxiliar estratégias para que possa voltar consumir estes alimentos restritos na alimentação”, finaliza.  

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