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A vacinação é uma das estratégias que mais provocam esperança. A profilaxia está sendo implementada em todas as partes do mundo com um único objetivo: o controle da disseminação, morbidade e mortalidade causadas pelo coronavírus SARS-CoV-2 e suas variantes.

Atualmente, são diversas plataformas e estratégias vacinais anti-Covid-19, desde vacinas de fragmentos de RNA mensageiro, vetores virais, vacinas proteicas, até vírus completo inativado e outras propostas. Porém, os desafios frente às novidades impostas pelas propriedades do SARS-CoV-2 continuam emergindo, dessa vez às mutações que geram variantes diversas com propriedades biológicas ainda desconhecidas.

Com a descrição de quadros de reinfecção (pela mesma estirpe) ou infecção por novas variantes desde o início da pandemia, as dúvidas quanto à eficácia e efetividade das vacinas em desenvolvimento como tratamento profilático efetivo foram emergindo. E infelizmente, como provável mas não desejado, nos meses mais recentes diversas publicações vêm sendo publicadas demonstrando precisamente a emergência de variantes novas e a ocorrência de novas infecções em indivíduos com esquema vacinal anti-Covid-19 completo.

A necessidade é de vigilância contínua para monitoramento de variantes, incluindo testes rápidos de antígeno ou por RT-PCR de indivíduos sintomáticos e assintomáticos, sequenciamento do genoma viral e monitoramento de anticorpos neutralizantes e resposta imune celular por investigação de células T (tipo Th1, Th2, Th17 e células regulatórias – Treg), particularmente em indivíduos vacinados subsequentemente infectados (Blachere, Hacisuleyman, & Darnell, 2021; Nixon & Ndhlovu, 2021; Rana, Mohindra & Pinnaka, 2021).

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