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Praticar passeios com o pet é fundamental para saúde física e mental dos bichinhos. Sair à rua representa um mundo estimulante, evitando o tédio do confinamento em casa. Veterinários recomendam a prática do passeio em ambientes externos, mas alertam sobre o processo de socialização com o mundo externo, devendo ser gradual e de preferência desde filhote.

De acordo com a médica veterinária Flávia Barros, estar em contato com o ambiente externo faz bem para a saúde física e emocional do pet. “Áreas com grama, areia, contato com outros animais (desde que totalmente vacinados e livres de parasitas) traz benefícios ao pet. Mas é importante que o pet seja habituado a isso desde a fase da infância, para que o contato com o meio externo não seja estressante”, alertou.

Ao adotar um animal é necessário seguir alguns cuidados com a saúde, como explica a médica. “ Quando adotar o animal, o ideal é realizar os esquemas vacinais, para diminuir o risco de contrair alguma doença infectocontagiosa durante os passeios no ambiente externo. Além disso, o tutor deve buscar orientação sobre o manejo do animal, principalmente se este é adulto e não é habituado a esta rotina”, afirmou.

É extremamente benéfico desde que o animal tenha sido habituado a essa rotina para melhorar a socialização, segundo Flávia. “O pet, seja cão ou gato, tende a se tornar mais sociável com outras pessoas e animais, apresenta um comportamento mais tranquilo e tende a sofrer menos estresse com mudanças de rotina. No entanto, um animal adulto que nunca viajou ou passeou deve ser habituado gradativamente para que a situação não cause traumas ao animal”, disse.

A arquiteta Luyse Braga é a tutora de Lolla, uma cadela da raça yorksharie que já está habituada a sair no dia a dia. “Eu tento sair pelo menos uma vez no dia para passeios mais rápidos e pelo menos um dia aos finais de semana para passeios mais longos para praça, para o meu trabalho, onde ela fica solta, etc. Acho que para todo cachorro passeio pelo menos de meia hora por dia é qualidade de vida! A Lolla sentiu muito a época do lockdown, porque ela sempre foi essa cadela super ativa, fora os gatilhos de ansiedade de separação que ela tem que foram acionados. Quando ela tem os passeios regulares, com certeza ela fica bem. Até come melhor! Já que gasta mais energia”, falou.

Luyse reserva alguns cuidados especiais quando sai com Lolla em ambientes externos. “Andar de coleira sempre, eu só solto ela quando em ambiente seguro. Fora isso, é deixar ela ser uma doguinha mesmo, farejando, andando na grama. Procuro sempre deixar os remédios (carrapato e vermífugo) e vacinas em dia. Ter locais que sejam dog friendly ainda é uma questão. Fora isso, acho que dificuldade externa nenhuma!! Só quando chegamos em casa que a higiene é reforçada, limpando as patas e o focinho”, afirmou.

Entender o comportamento dos pets é fundamental para quem quer começar a fazer passeios. “Compreender o comportamento do seu animalzinho é necessário para saber quais as situações poderiam causar desconforto e quais seriam prazerosas, e habitua-los ao passeio gradativamente. Em algumas situações podem buscar orientações com médicos veterinários e/ou adestradores de animais especializados em comportamento animal”, concluiu a veterinária.

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