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Em entrevista coletiva no último dia 2 de março, a diretora da Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS), Carissa Etienne, afirmou que as mulheres foram as mais afetadas pela pandemia de Covid-19 nas Américas.

Segundo ela, os dados não deixam dúvidas quanto a isso, especialmente entre as grávidas. Em dois anos, foram registrados 365 mil casos de Covid entre gestantes, tendo 3 mil óbitos.

Nos Estados Unidos, um dos países onde o estudo foi realizado, houve a partir de agosto de 2021, um aumento significativo de mortes entre as mulheres hispânicas e brancas não hispânicas no período em que a variante Delta se tornou dominante.

O estudo foi realizado em 8 países e mostra que um terço das grávidas que buscavam por atendimento intensivo não tiveram acesso adequado. Cerca de 77% tiveram seus bebês prematuramente e 66% dessas crianças nasceram com peso abaixo do normal. Em comparação a mulheres não infectadas, as grávidas com Covid-19 tiveram maior índice de mortalidade dos fetos.

É um cenário que exige maior atenção dos governos e da sociedade. A recomendação da Organização Mundial da Saúde é que seja ampliada a cobertura vacinal entre as mulheres em idade reprodutiva, lactantes e gestantes.

Nos casos mais gerais, a OPAS destaca a redução no número de infectados que vem ocorrendo em seis semanas consecutivas, reduzindo o último comparativo em 32%. O número de mortes também caiu e está em menos 10%, o que ainda representou 24.650 óbitos.

Mesmo com os números favoráveis, apontando queda, a orientação da OPAS segue a tendência de outros estudos mundo afora e reforça o entendimento de que o momento ainda é de atenção aos cuidados com a saúde para evitar contaminação, afinal a pandemia ainda não acabou.

Fonte: UOL

*Texto Luciana Hage

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