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A flacidez é a perda de elasticidade e sustentação da pele. É considerado um processo natural que surge com o passar do tempo, devido a menor produção de colágeno, e que pode surgir tanto no rosto quanto no corpo. Alguns fatores como a gravidez podem influenciar no aparecimento dessa condição.  

A dermatologista Samanta Meneguzzi explica sobre a relação da idade com o surgimento da flacidez na pele, além de falar sobre tratamento preventivo. “Geralmente, a partir dos trinta anos, a perda de colágeno começa a ser muito maior do que a produção. Então, a gente vai ficando sempre com um déficit. Nesse momento, eu começo a indicar os primeiros tratamentos preventivos. Hoje, temos aparelhos e injetáveis como os bioestimuladores que são capazes de fazer uma poupança de colágeno. Dependendo muito do grau de flacidez do paciente, começamos a tratar preventivamente e se já existir a flacidez instalada, não é prevenção, é tratamento”, afirmou.  

Para a especialista, a flacidez é mais sentida do que percebida. “Os pacientes dizem que sentem derretimento, então, começamos a tratar principalmente uma região que a gente chama de moldura do rosto, que é a parte lateral na frente da orelha, na parte da região da mandíbula, nessa região costumamos fazer as aplicações dos bioestimuladores. Então, é bem importante a gente poder ter um diagnóstico do paciente, uma avaliação dinâmica da face pra gente entender aonde há necessidade dos pontos de flacidez”, destaca.  

Samanta ressalta que a flacidez gera incômodos, mas não é uma grave questão de saúde. “Geralmente é algo mais estético, não costuma incomodar do ponto de vista de saúde. Os pacientes se sentem muito incomodados. É algo que abala bastante a autoestima do paciente. Então eu costumo tratar quando eles se sentem incomodados e como os pacientes tem consultas preventivas, a partir dessa faixa etária eu começo a elaborar um plano de tratamento pra que a gente o aborde na íntegra”, explicou.  

Em pessoas mais magras os sinais são mais evidentes, ou seja, mais precoce, além de pessoas que tem o rosto mais cheio apresentarem menor queixa de flacidez, pontua a médica. “As pessoas que malham mais costumam ter uma flacidez cutânea menor porque o músculo preenche aquele espaço, então, a pele melhora. Mas a partir dos quarenta, quarenta e cinco flacidez cutânea independente se a pessoa tem ou não um músculo, começa a aparecer nos joelhos, começa, no abdômen, especialmente, depois de algumas gestações. Nesse momento, é muito importante a gente começar a tratar a pele do paciente também, não só a questão muscular com musculação que é o exercício que mais ajuda”, afirma. 

Tratamento 

O tratamento é feito de acordo com a região e grau afetados pela flacidez. “O Ultraformer é o ultrassom micro focado que faz uma contração tecidual profunda. Ele ajuda no rosto com efeito lifting, ajuda no corpo principalmente a melhorar a espessura da pele. E a gente aplica também os bioestimuladores nessa área para uma levantada no umbigo e no bumbum também pacientes que se queixam principalmente de flacidez nessa região. A gente associa os bioestimuladores com os aparelhos e o resultado é inclusive uma projeção do glúteo, deixando aquele glúteo mais arredondado e empinado”, falou a dermatologista.  

Por fim, a dermatologista conta sobre a importância do tratamento alinhada a uma alimentação balanceada, assim como a prática de atividade física. “É muito importante que a gente tenha um tratamento do paciente como um todo, desde a alimentação até a elaboração do plano de exercícios físicos que contemple a parte da pele. Com tudo isso junto a gente consegue oferecer um bom resultado em termos de flacidez”, conclui.  

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