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Estudo revela que 95% da população já sofreu deste mal.

Estudos da Sociedade Brasileira de Cefaleia, mostraram que existem mais de 150 tipos de dor de cabeça (cefaleia) que podem atingir mais de 95% das pessoas ao longo da vida.

No Brasil, 13 milhões de pessoas sofrem de dor de cabeça dia sim, dia não e esse quadro se agravou para muita gente por causa da nova rotina criada pela pandemia. Além disso, a dor de cabeça também é um dos sintomas e consequência da covid—19.

A aposentada Júlia Alves, 71, anos conta que a cefaleia crônica é uma antiga “inimiga”. Na casa aonde mora, no bairro da pedreira, em Belém do Pará, uma caixa  no armário da cozinha guarda os mais variados medicamentos, que servem para aliviar as dores “A minha dor de cabeça começou na minha adolescência. Vez ou outra ela surge. No começo fiz muitos exames. Minha mãe dizia que era doença de rico. Essa dor de cabeça incomoda e muito, e eu ainda não enriqueci (risos)” conta. 

Dona Júlia disse ainda que o stress gerado pela pandemia piorou a frequência das crises, que duram em média de 4 a 7 horas. 

João Pedro, 27 anos, testou positivo para COVID-19 em dezembro de 2020. Antes da segunda onda chegar ao Brasil. O instrutor de educação física afirma que antes do coronavírus nunca apresentou nenhum tipo de comorbidade, mas mesmo depois de recuperado da doença começou a sentir fortes dores de cabeça “foi algo que eu achei super estranho. Assim como existem pessoas que perdem o olfato e ou paladar, eu fiquei com estas sequelas. O médico não soube dizer por quanto tempo vai durar, já que pouco se sabe sobre essa doença. A atividade física me ajuda a aliviar as pontadas, porém comecei a fazer uso de medicamentos e a evitar o stress”, disse. 

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