Como usar o banheiro químico sem risco à saúde
Banheiros químicos
Banheiros químicos

Como usar o banheiro químico sem risco à saúde

Confira as dicas da biomédica Larissa Mendes

CELULAR

Deixe o celular guardado durante todo o uso do banheiro, pois ao ser tocado por mãos contaminadas, o aparelho pode se tornar uma fonte persistente de contaminação mesmo após a higienização das mãos.

VASO SANITÁRIO

O vaso sanitário é o local com mais bactérias por milímetro quadrado do banheiro químico. É importante higienizar o assento do vaso sanitário com álcool em gel ou lenço desinfetante.

As mulheres têm maior risco de contaminação, pois precisam se sentar para urinar, enquanto os homens conseguem ficar de pé. Com isso, elas se tornam mais suscetíveis a infecções vaginais e de pele.

PAPEL HIGIÊNICO

O papel higiênico também pode estar contaminado, já que não é um elemento esterilizado. O ideal é levar e usar seus lenços de papel ou lenços umedecidos.

ÁLCOOL EM GEL

A higienização das mãos deve ser feita antes e após usar o banheiro, uma vez que vírus e bactérias podem ficar presos nas unhas e causar infecções de pele ou mesmo serem transmitidas aos alimentos, causando uma infecção intestinal.

LAVAR AS MÃOS

Se o banheiro tiver pia com sabonete líquido, você pode lavar as mãos. Porém, se o sabonete for em barra, não use. Os sabonetes em barra permitem que resíduos fiquem em sua superfície e ainda podem se tornar verdadeiras colônias de bactérias por acumular água no recipiente em que são guardados.

CUIDADO COM ONDE VOCÊ ENCOSTA

Evite encostar nas paredes não só com as mãos, como com o resto do corpo.

DOENÇAS QUE PODEM SER CONTRAÍDAS

Uma boa parte das infecções que podem ser contraídas envolve a transferência de vírus e bactérias por contaminação fecal das mãos. Dessa maneira, as doenças do trato gastrointestinal e a hepatite A são as mais frequentes.

Alguns dos sintomas após o uso de banheiros mal higienizados são: diarreia, náusea, vômito e dor abdominal. Mais raramente, infecções genitais ou perianais podem ser transmitidas pelo contato com superfícies contaminadas por urina, sêmen ou secreções.

Fonte: Larissa Mendes, biomédica do Laboratório Paulo Azeve/Grupo Fleury