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Quem tem cão ou gato sabe que a hora da refeição é fundamental em função da qualidade de vida dos pets. Para garantir o bem-estar dos animais de estimação, uma nova tendência vem ganhando espaço entre os tutores: a alimentação natural.

Os profissionais de Veterinária são unânimes: os hábitos alimentares podem significar a diferença entre uma vida longa e saudável para os cães e gatos de qualquer raça, sem restrições e em qualquer fase da vida do animal desde que a dieta seja formulada por médico veterinário.

De acordo com a médica veterinária Flávia Barros,  o responsável pelo animal deve estar atento as particularidades e exigências nutricionais de pet. “É preciso observar se é um animal com alguma doença crônica, jovem, idoso, animal atleta, animal obeso, cada animal vai ter um tipo de dieta balanceada”, afirmou.

A alimentação dos animais, durante muito tempo, eram feitos com comida caseira, de maneira desbalanceada, muitas vezes com restos de comida. Porém, com o surgimento o surgimento das rações deu maior praticidade na hora de alimentar os pets. “Atualmente há um retorno à alimentação natural de forma balanceada para a necessidade nutricional individual do animal. Ambas as dietas tem suas vantagens e desvantagens, sendo que uma só deve substituir a outra dependendo da necessidade do animal. A maior diferença é que a alimentação natural para cães busca adaptar o alimento para a melhor digestão e aproveitamento dos pets”, explico a veterinária.

Alimentação natural: como começar?

Cães e gatos são carnívoros, portanto tem uma necessidade maior por proteína de origem animal, como carne bovina, frango, peixes, ovos, carne suína, carne de coelhos, cordeiro, pato, entre outras, de acordo com a especialista. “Deve ser realizado de forma individualizada para cada animal, de forma balanceada. A composição nutricional da comida natural deve ser feita sob a orientação de um médico veterinário nutricionista e de acordo com o estilo de vida do animal, idade, porte e nível de atividade. A dieta poderá ser feita de acordo com a necessidade individual do animal, levando em conta também predisposições genéticas e doenças crônicas”, ressaltou.

Os alimentos devem ser dados crus ou cozidos com ou sem ossos, segundo a recomendação da Dra. Flávia. “Os alimentos produzidos devem ser armazenado congelados, os alimentos podem ser congelados já nas porções corretas. No caso da alimentação natural cozida, deve-se usar o micro-ondas o mínimo possível para preservar os nutrientes dos alimentos”, disse.

Prevenção de doenças

A alimentação natural pode diminuir os riscos de doenças, de acordo com a médica. “Seguir uma dieta balanceada, livre de conservantes e por não passar por processos de industrialização como as rações pode ser considerada mais saudável. Além disso algumas doenças apresentam boas respostas a mudança de dieta para a alimentação natural, como obesidade, diabetes, alergias de pele e alimentar, doença renal crônica, cardiopatias, pancreatite, câncer, gastrite, doenças do trato intestinal e urinário”, concluiu.

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