Ora-pro-nóbis banido de suplementos alimentares pela Anvisa
Mãos femininas cortando ora-pro-nobis na tábua de cortar. Pereskia aculeata é uma planta popular no Brasil Por wirestock
Mãos femininas cortando ora-pro-nobis na tábua de cortar. Pereskia aculeata é uma planta popular no Brasil Por wirestock

Ora-pro-nóbis banido de suplementos alimentares pela Anvisa

Mãos femininas cortando ora-pro-nobis na tábua de cortar. Pereskia aculeata é uma planta popular no Brasil Por wirestock
Mãos femininas cortando ora-pro-nobis na tábua de cortar. Pereskia aculeata é uma planta popular no Brasil Por wirestock

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) decidiu banir a venda, fabricação e propaganda de suplementos alimentares que contenham ora-pro-nóbis.

A medida foi publicada no Diário Oficial da União e exige que os produtos sejam retirados do mercado.

POR QUE A PROIBIÇÃO ACONTECEU?

A Anvisa explicou que a planta Pereskia aculeata (nome científico do ora-pro-nóbis) não tem autorização para ser usada em suplementos.

Para isso, seria necessário que empresas apresentassem estudos científicos comprovando que a planta é segura e traz benefícios nutricionais.

SUPLEMENTOS NÃO SÃO REMÉDIOS

A agência reforçou que suplementos alimentares não tratam doenças. Eles são indicados para pessoas saudáveis, como um complemento à alimentação. Por isso, nenhum suplemento pode prometer curar ou prevenir problemas de saúde.

PLANTA FRESCA PODE SER CONSUMIDA NORMALMENTE

A proibição não afeta o consumo da ora-pro-nóbis in natura, muito usada na culinária de Minas Gerais e Goiás. A restrição vale apenas para cápsulas, pós e outros formatos de suplementos.

O QUE FAZER AGORA?

Se você usa suplementos com ora-pro-nóbis, a recomendação é suspender o consumo e buscar orientação médica ou nutricional.

A Anvisa alerta que produtos não regulamentados podem trazer riscos à saúde. Fique atento às atualizações e sempre confirme a procedência dos suplementos que consome!

Veja aqui a lista de todos os constituintes autorizados para suplementos alimentares

Fontes: Agência Brasil e Anvisa