Screenshots das páginas iniciais dos aplicativos Hemovida e Você Agente
Brasília, 29 de novembro – A Fiocruz Pernambuco apresenta o aplicativo “Você Agente” na 6ª Feira de Soluções para a Saúde. Desenvolvido para combater o Aedes aegypti, transmissor de doenças como dengue e zika, o aplicativo permite que a população fotografe possíveis focos do mosquito, envie as imagens e receba orientações para eliminá-los. Além disso, agentes de combate a endemias podem ser acionados para ações diretas no local, agilizando o controle das arboviroses.
O destaque do “Você Agente” é a participação ativa da população. O aplicativo funciona como um jogo, incentivando os usuários a identificar, mapear e eliminar criadouros do Aedes aegypti. Testes preliminares mostraram resultados promissores, e a expectativa é de ampliação dos testes com a população e agentes de diferentes regiões do país.
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No Dia Nacional do Doador de Sangue, dia 25, o Ministério da Saúde anunciou o miniapp “Hemovida” como parte do ConecteSUS. A plataforma, integrada aos hemocentros da rede pública de saúde, facilita a localização de unidades de saúde, fornece a carteira virtual do doador e promove a conscientização sobre a importância da doação de sangue.
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O aplicativo oferece diversas funcionalidades, como a carteira virtual do doador, histórico completo de doações, localização de serviços hemoterápicos, possibilidade de convidar amigos para doar e informações detalhadas sobre quem pode doar. Além disso, o Hemovida alerta sobre campanhas regionais e nacionais de doação de sangue.
Segundo dados do Ministério da Saúde, as taxas de doação de sangue no Brasil aumentaram em 2023. Entre janeiro e setembro deste ano, foram coletadas 2.452.425 bolsas de sangue, representando um acréscimo de 112.377 bolsas em relação ao período homólogo.
O secretário de Ciência, Tecnologia, Inovação e Complexo da Saúde, Carlos Gadelha, destaca a importância da não comercialização de plasma no Brasil. Segundo ele, a cultura de doação de sangue, já consolidada no país, poderia ser prejudicada se o sangue se tornasse uma mercadoria.
O Brasil, por meio da Empresa Brasileira de Hemoderivados e Biotecnologia (Hemobrás), busca a autossuficiência na produção de hemoderivados, reforçando a importância da doação voluntária para manter os estoques adequados.
Essas inovações tecnológicas e iniciativas de conscientização destacam o papel ativo da população na promoção da saúde coletiva, contribuindo para o enfrentamento de desafios como as arboviroses e a garantia de estoques seguros de sangue.
Fontes: Ministério da Saúde e Fiocruz
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