O tratamento excessivo é caracterizado como uma intervenção médica extremamente improvável de ajudar um paciente, pois, está desalinhada com os desejos do paciente ou ambos. Os danos tanto para paciente quanto familiares incluem efeito negativo causado por uma intervenção médica, encargos financeiros, ansiedade além de tempo perdido nos ambientes hospitalares. Esse tipo de tratamento aumenta os custos de saúde nos Estados Unidos. Os cirurgiões se preocupam em diminuir o tratamento excessivo há décadas. As primeiras estratégias são: sistemas de pagamento agrupados, pré-certificação, programas de segunda opinião e diretrizes de prática.
Atualmente, o foco das conversas entre médicos e pacientes é outro, e isso significa dizer que o tratamento excessivo não é um reflexo de raciocínio clínico pobre, porém, tem uma comunicação ineficaz, expectativas que não alinhadas, além de paternalismo autoritário. Como consequência, a tomada de decisão compartilhada é comumente proposta para atenuar o tratamento excessivo. Em tese, é necessário melhorar a comunicação apresentando opções de tratamento, eliciando os valores dos pacientes e incorporar esses valores na deliberação colaborativa pode reduzir a cirurgia desnecessária.
Fonte: Jama Network
Mulher fazendo tratamento dentário Foto de Matheus Oliveira para SES-DF Sistema Único de Saúde (SUS)…
Ministro da Saúde Alexandre Padilha Foto de Rafael Nascimento para Ministério da Saúde O Brasil…
A Policlínica/NATEA de Marabá Foto de Bruno Cruz para Agência Pará A nova Policlínica/NATEA de…
Fita com peças de quebra-cabeça coloridas e figura de madeira em fundo escuro, lugar para…
Vista superior do garoto especial com autismo entre outro em fundo verde Por LightFieldStudios O…
Mais de 10 mil pessoas passaram pela Arena Guilherme Paraense, o "Mangueirinho", no último final…
This website uses cookies.