Os óleos são muito usados e procurados por pessoas como uma alternativa para deixar a pele mais bonita, mas além disso, os óleos tem ação anti-inflamatória, antioxidante e até mesmo antibacteriana, contribuindo para a saúde da pele, mas devem ser usados de acordo com a necessidade de cada um e sob a orientação de um especialista.
O dermatologista Othelo Amaral explica sobre os estudos a respeito dos óleos, que, ainda são considerados poucos. “Já foram descritas dezenas e dezenas de óleos essenciais usados na dermatologia, mas os estudos científicos ainda são escassos e de baixo impacto para tratamentos de condições de pele”, detalha.
O médico revela que os óleos possuem benefícios para a saúde. “Alguns poucos estudos sérios já demonstraram benefícios diversos para a pele, mas devemos considerar seu potencial tóxico por serem altamente concentrados e sensibilizantes. Óleos a base de limão, gengibre, laranja, bergamota e tangerina jamais devem ser usados na pele, principalmente antes de alguma exposição solar, sob risco de fitofotodermatite, ou seja, queimaduras, irritações e alergias”, destaca.
De acordo com o especialista, antes de serem aplicados na pele, os devem ser diluídos em hidratantes, óleo de coco, máscaras ou xampus, e, ainda, usar no máximo de 01 a 04 gotas por serem concentrados e terem a possibilidade de provocar irritações, manchas e alergias.
Othelo enfatiza a importância de realizar um teste de alergia antes do uso de óleo. “O ideal é usar a noite e a frequência depende de cada caso. É interessante sempre fazer um teste de alergia com apenas uma gota diluída atrás da orelha, por exemplo, e esperar alguns dias para ver se surge alguma irritação”, afirma.
Os óleos são muito fundamentais para manter a saúde da pele, porém, não devem substituir o uso de protetor solar, destaca o médico. “O protetor solar é item obrigatório na rotina da pele e deve conter FPS e PPD (FPUVA) adequados, o que não encontramos em qualquer outro produto. Se os óleos forem usados pela manhã, o protetor solar deve ser aplicado logo após”, pontua.
Segundo o médico, existem estudos sobre o uso de óleos em alguns tratamentos, além de considerar algumas orientações sobre a relação do óleo e peles com acne. “Já foram publicados trabalhos demonstrando melhora de algumas condições, como acne, alopecia areata e dermatites. No entanto, deve-se sempre consultar o dermatologista antes de considerar tratamento alternativo para qualquer doença de pele. Uma dica para quem tem acne é evitar substâncias oleosas na pele, sob risco de obstrução folicular e piora da acne. Usualmente utilizamos melaleuca na acne, mas manipulamos em veículos menos oleosos”, reitera.
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