O atacante Richarlison
De volta à seleção brasileira — mesmo sem entrar em campo um minuto sequer —, o atacante Richarlison está, aos poucos, retomando sua melhor versão após um período difícil em sua vida pessoal, que consequentemente afetou o seu desempenho dentro de campo. O jogador brasileiro chegou a entrar em depressão após a Copa do Mundo do Catar.
Em um emocionante relato à ESPN, o camisa nove do Tottenham admitiu que estava tão triste com tudo que vinha acontecendo depois do Mundial de 2022, onde o Brasil foi eliminado nas quartas de final, que cogitou desistir de jogar futebol. Além disso, Richarlison revelou que entrou em depressão neste período e que estava chegando “no seu limite”.
Durante o período conturbado em sua vida, o atacante não estava conseguindo desempenhar o melhor futebol no Tottenham e na seleção brasileira. Por conta disso, Richarlison decidiu, em outubro do ano passado, buscar ajuda psicológica. O jogador de 26 anos, inclusive, acredita que a profissional salvou a sua vida.
Hoje, cinco meses após começar o acompanhamento psicológico, Richarlison já admite que esse amparo profissional foi importante para a sua carreira e incentivou para que todos procurem ajuda profissional, pois é um método que salva vidas.
A depressão é um problema médico grave e altamente prevalente na população em geral. De acordo com estudo epidemiológico, a prevalência de depressão ao longo da vida no Brasil está em torno de 15,5%. Segundo a OMS, a depressão situa-se em 4º lugar entre as principais causas de ônus, respondendo por 4,4% dos ônus acarretados por todas as doenças durante a vida.
Entre as causas da depressão, destacam-se fatores genéticos, bioquímicos cerebrais e eventos vitais estressantes. Os sintomas incluem humor depressivo, falta de energia, insônia ou sonolência, redução do interesse sexual e dores físicas difusas.
Para prevenir a depressão, é essencial manter um estilo de vida saudável, incluindo dieta equilibrada, atividade física regular, gestão do estresse, evitar substâncias como álcool e drogas ilícitas, além de seguir uma rotina de sono adequada e nunca interromper tratamentos sem orientação médica.
Fonte: O Globo e Ministério da Saúde
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