Dor de cabeça, moleza no corpo, sonolência e até febre. Essas são algumas reações adversas provocadas pelas vacinas de prevenção à Covid-19. Cada pessoa reage de forma diferente, mas a imunização é a única forma de se manter protegido contra a doença.
Os imunizantes provocam uma inflamação no organismo com o propósito de fazê-lo reagir a esse ataque. A AstraZeneca, por exemplo, pode causar sintomas mais intensos porque foi produzida por meio de um adenovírus, um vírus vivo causador de resfriados em humanos. O mesmo mecanismo é usado na vacina da Janssen.
Já a CoronaVac, do Instituto Butantan, é produzida com um vírus morto e tende a provocar menos o organismo. A Pfizer tem como base o base de RNA (ácido ribonucleico), e o sistema imune dos humanos é treinado para encará-lo como sinal de perigo. A vacina indiana Covaxin tem mecanismo semelhante e segundo especialistas, provoca menos reações adversas.
Muitos são os questionamentos que envolvem a vacina contra a Covid-19. O médico Aluízio Semblano Filho, que desde o início da pandemia atua na linha de frente de combate à doença, ressalta que a melhor vacina é, certamente, a que estiver disponível. “Mesmo com as variações para os casos leves , todas as vacinas disponíveis no Brasil possuem alta eficácia contra as formas graves da doença”, observa.
O especialista aponta que os efeitos colaterais descritos mais comuns são as dores no local da injeção, de cabeça, no corpo e articulações, fadiga, mal-estar, febre, calafrios, e náuseas. Em média, as reações vão de leves a moderadas e normalmente desaparecem em poucos dias, podendo ser administrados anti-térmicos e analgésicos simples, após consulta médica. “Caso os efeitos colaterais das vacinas não cessem no período de até 5 dias, é imprescindível consulta com médico capacitado de confiança”, orienta o especialista.
Vale lembrar que a vacinação, independente de qual fabricante, não substitui ou exclui o uso de máscaras e o isolamento social.
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