Cientista médico em traje de materiais perigosos trabalhando com microscópio e laptop dentro do laboratório Por DisobeyArtPh
A Organização Mundial da Saúde (OMS) divulgou orientações inéditas para otimizar o design e a supervisão de ensaios clínicos em países de diferentes níveis de renda.
O objetivo é fortalecer os ecossistemas de pesquisa e desenvolvimento (P&D), promovendo intervenções de saúde mais acessíveis, seguras e eficazes para toda a população mundial, em menor tempo.
A desigualdade entre os países de alta renda (HICs) e de baixa e média renda (LMICs) é evidente nos números: em 2022, HICs conduziram mais de 27.000 ensaios clínicos, enquanto LMICs realizaram cerca de 24.000.
Muitas vezes, os LMICs são incluídos em estudos devido à alta prevalência de doenças, mas os dados coletados não são utilizados para autorizações nesses próprios países, perpetuando um ciclo de desigualdade.
A nova orientação busca ampliar a diversidade dos participantes dos ensaios. Grupos sub-representados, como mulheres grávidas e crianças, têm sido excluídos em muitos estudos, o que afeta a qualidade das evidências e o atendimento a essas populações.
Em 2022, menos de 5% dos ensaios clínicos incluíram mulheres grávidas e apenas 13% crianças, comprometendo a eficácia dos tratamentos nessas populações.
A OMS também recomenda que os pacientes e as comunidades estejam no centro do planejamento e execução dos ensaios clínicos.
Ao envolver as populações locais desde o início, será possível criar uma maior confiança e garantir que os resultados dos estudos sejam aplicáveis e úteis para o público.
Outro ponto central da nova diretriz é o fortalecimento dos ecossistemas de P&D ao nível nacional, por meio de um financiamento sustentável.
Isso ajudará a acelerar o acesso a inovações em saúde e promover a criação de ambientes mais eficazes para a pesquisa clínica, tanto em países desenvolvidos quanto em desenvolvimento.
Fonte: OMS
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