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Em homenagem à primeira mulher formada em medicina no Brasil, Rita Lobato Freitas, que em 1887 recebia o diploma de médica pela Faculdade de Medicina da Bahia, o Grupo Sabin lançou um centro de solução digital, criado com o objetivo de democratizar e ampliar o acesso à saúde de qualidade.

A Rita Saúde é um passo a mais na gestão do Grupo Sabin, marcada pela inovação e investimento em tecnologia, gerando valor ao paciente. “A proposta é criar um ecossistema de saúde, uma plataforma que tem como principal foco é o cuidado integral – Se o paciente não vier até nós, iremos atrás dele” explica o médico Fernando Uzuelli, head do Rita Saúde. Com foco no longo prazo, o produto é vendido a um valor de R$39,90 e com opção de um plano econômico, a R$9,90 mensais, com descontos nas unidades Sabin e consultas médicas por um preço de tabela diferenciado. “É importante ressaltar que não somos um plano de saúde”, conclui Uzuelli.

O serviço irá oferecer uma plataforma de telemedicina que integra o banco de dados, facilitando a interação da equipe médica e o tratamento mais assertivo. O grande diferencial está no modelo de financiamento: um crowdfunding que vai poder ser acessado por pacientes, empresas e/ou iniciativas da sociedade civil.

Com investimento inicial de R$5 milhões, o centro de saúde digital já começa com uma carteira de 60 mil clientes vinculados a projetos sociais do Sabin, e com a previsão de receita a médio prazo, entre 2 e 5 anos, de até R$100 milhões. Lidia Abdalla explica que o cliente pode ter uma carteira digital onde irá receber recursos para utilizar exclusivamente com serviços de saúde e pode ainda transferir recursos para terceiros. “Isso é o grande diferencial, pois, as pessoas vão ter mais com pouco recurso”, diz o Head.

O Grupo Sabin está em 54 cidades e conta com 5.500 colaboradores. Atende aproximadamente 5 milhões de clientes por ano em produtos e serviços de análises clínicas, diagnósticos por imagem, vacinação e check up. “Nossa missão é sempre humanizar os processos, trabalhar com ética, qualidade, inovação tecnológica e responsabilidade social”, conclui Lídia.

Em 2020, a Sabin criou, em conjunto com o Fleury, o Kortex Venture, um fundo de corporate venture, com R$ 200 milhões, para investir em startups. “Entendemos que poderíamos ser colaborativos nesse projeto”, diz Abdalla. “Com isso, queremos ganhar velocidade e rapidez nas nossas outras iniciativas de inovação.”

A maior aposta do Sabin é a Amparo Saúde, da qual detém uma fatia de 30% é focada no atendimento primário para operadoras de saúdes e para empresas, no modelo de autogestão. Desse modo a Amparo Saúde, que antes da pandemia tinha 45 mil usuários, hoje têm 2,1 milhões, com a liberação da telemedicina.

O laboratório de medicina diagnóstica, no entanto, já aposta em startups há mais de três anos. Em 2018, fez um investimento de US$ 1 milhão na Qure, incubadora israelense de saúde digital, ligada ao fundo OurCrowd. No ano passado, o Sabin também aportou recursos do We Ventures, projeto da Microsoft que investe em startups fundadas e lideradas por mulheres. Hoje, o Sabin tem um time de 5,6 mil pessoas, sendo 77% delas mulheres.

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