Ao longo dos anos, a representação do corpo feminino foi moldada por ideais estéticos em constante mudança. Com a ascensão das redes sociais, a exposição a corpos idealizados e conteúdos sobre dietas e exercícios atingiu um nível sem precedentes.
Estudos mostram que essa exposição exacerbada tem impactos negativos na autoimagem, levando as pessoas a compararem seus corpos e adotarem dietas sem necessidade.
A predominância de corpos alterados por filtros e edições, aliada a algoritmos que reforçam determinados padrões, tem gerado uma pressão exacerbada na busca por um ideal inalcançável.
Isso resulta em problemas de autoestima, transtornos alimentares e ansiedade. O “terrorismo alimentar” online, caracterizado por informações sensacionalistas e não científicas sobre alimentos, exerce influência negativa na relação das pessoas com a comida.
Influenciadores e profissionais da área da saúde alertam sobre a disseminação de mitos e pressões estéticas, propondo uma abordagem mais realista e saudável. Mulheres têm utilizado suas plataformas para desafiar esses padrões, promovendo a aceitação de corpos reais.
Do relato de jornalistas, influenciadoras e nutricionistas até iniciativas como comunidades que reúnem mulheres para exercícios sem foco no corpo, há uma crescente tentativa de criar um ambiente online menos hostil, valorizando a diversidade e a aceitação corporal.
A narrativa destaca como a representação do corpo feminino passou por inúmeras transformações ao longo do tempo, influenciadas por tendências, padrões de beleza e a era digital, que trouxe consigo novos desafios na construção da autoimagem.
Fonte: G1
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