Young female doctor prepares for surgery, wears blue surgical gloves, in a white coat and mask, looks at the camera
O Brasil atinge um marco histórico na área da saúde com o registro de 575.930 médicos ativos, representando uma proporção de 2,81 profissionais por mil habitantes, o maior já alcançado no país. Esses dados, divulgados pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) como parte da Demografia Médica CFM – Dados oficiais sobre o perfil dos médicos brasileiros em 2024, refletem um cenário de significativo crescimento na categoria médica.
Desde o início dos anos 1990, o Brasil testemunhou um notável crescimento no número de médicos, que mais que quadruplicou nesse período, saltando de 131.278 para os atuais 575.930 profissionais. Comparativamente, a população brasileira cresceu 42% nesse mesmo intervalo de tempo, indicando um aumento oito vezes maior no número de médicos do que na população em geral.
O crescimento exponencial da categoria médica brasileira é resultado de diversos fatores, destacando-se a expansão do ensino médico, especialmente nas últimas duas décadas, e a crescente demanda por serviços de saúde. Esse crescimento foi particularmente acentuado no período de 2022 a 2023, quando o contingente de médicos registrou um aumento de 6,5%.
Apesar do crescimento impressionante no número total de médicos, persistem desafios significativos na distribuição e no acesso equitativo aos serviços médicos em todo o país. Uma análise detalhada revela que a maioria dos profissionais tende a se concentrar nos estados do Sul e Sudeste, assim como nas capitais, em detrimento de regiões mais remotas e carentes de investimentos em saúde.
Uma tendência marcante na demografia médica brasileira é o crescente número de mulheres na profissão. Atualmente, entre os médicos com 39 anos ou menos, as mulheres representam 58%, enquanto os homens correspondem a 42%. Esse fenômeno reflete não apenas a mudança na composição de gênero da categoria médica, mas também uma maior representatividade feminina em cargos de liderança e reconhecimento.
Apesar dos avanços alcançados, é crucial abordar as disparidades na distribuição geográfica dos médicos, garantindo um acesso equitativo aos serviços de saúde em todas as regiões do país. Além disso, o CFM destaca a importância de garantir que a formação médica mantenha padrões de qualidade e ética, capacitando os profissionais para atender às demandas crescentes e em constante evolução do sistema de saúde brasileiro.
Fonte: Agência Brasil e Executivos da Saúde
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