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Parada da respiração ou apneia obstrutiva do sono são pequenas, breves e repetidas interrupções na respiração enquanto uma pessoa está dormindo.  O transtorno é considerado potencialmente grave pelos por especialistas porque o cérebro e o corpo são privados de oxigênio. O distúrbio pode acontecer diversas ou centenas de vezes por noite, em casos mais graves. A apneia afeta a qualidade do sono e pode causar cansaço e sonolência diurna.  

O otorrinolaringologista Diego Vaz explica que as principais causas da apneia do sono são o excesso de peso, aumento da circunferência do pescoço, idade mais avançada, ocorre em qualquer idade, mas é mais comum em pessoas mais velhas, deformidades craniofaciais em especial as que envolvem anormalidades nas mandíbulas, aumento de amígdalas ou adenoides e histórico familiar de apneia do sono. 

Nesse caso, o transtorno não é considerado um fator de risco para outras doenças, mas seus sintomas podem causar prejuízos à saúde de quem sofre com o problema. O especialista destaca alguns riscos.  “A apneia do sono não tratada é um fator de risco para doenças graves como: diabetes, hipertensão arterial, arritmias cardíacas, Acidentes vasculares cerebrais (AVC), insuficiência cardíaca, entre outros. A sonolência diurna pode aumentar o risco de acidentes automobilísticos, acidentes de trabalho e diminuir a performance em estudos e provas.  Além disso, a apneia do sono, pode causar disfunção sexual nos homens”, afirma.  

É possível se prevenir do transtorno optando pela adoção de um estilo de vida saudável. “Na busca de uma vida mais saudável, é muito importante buscarmos uma qualidade de sono, já que podemos passar quase um terço da vida dormindo. Então busque praticar atividades físicas regulares, perder peso se estiver acima do peso, buscar auxilio médico para uma investigação adequada com otorrinolaringologista que atue na área de medicina do sono, dormir cerca de sete a nove horas por noite, evitar a obesidade e o sedentarismo, não fumar, evitar o consumo de bebidas alcoólicas, dormir na posição lateral e ter um horário regular para dormir. 

Segundo o médico, o tratamento para a apneia do sono é realizado de acordo com cada paciente e é feito por meio de técnicas e uso de aparelhos específicos. “A depender do caso e alterações de cada paciente, o tratamento pode ser com medidas conservadoras com higiene do sono e perda de peso. Alguns pacientes necessitam de fototerapia para fortalecer a musculatura da via aérea superior. O CPAP, é um pequeno compressor de ar muito silencioso de alta tecnologia que gera e direciona um fluxo contínuo de ar através de um tubo flexível, para uma máscara nasal confortavelmente aderida à face do indivíduo. Aparelhos intraorais que são como mordedores que o paciente usa para dormir. E tratamento cirúrgicos, que podem envolver cirurgias nasais, craniomaxilofaciais, cirurgias de faringe, amigdalas, adenoides ou base de língua a depender de cada alteração encontrada e de cada paciente”, conclui. 

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