Equipamento tecnológico moderno na sala de cirurgia. Detalhes do equipamento médico de suporte de cuidados de vida Por stockcentral
A nova regulamentação, implementada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), busca modernizar os requisitos de segurança e desempenho dos dispositivos médicos, acompanhando avanços tecnológicos e científicos.
Desde o dia 4 de setembro de 2024, a Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) 848/2024 está em vigor, substituindo a antiga RDC 546/2021.
Com essa mudança, a Anvisa atualizou as informações necessárias para garantir a conformidade dos dispositivos médicos, inclusive dos dispositivos para diagnóstico in vitro (IVD).
A nova norma visa assegurar maior segurança e eficácia aos produtos médicos, alinhando-os aos padrões internacionais e avanços recentes da medicina e da tecnologia.
A RDC 848/2024 estabelece que os dispositivos médicos devem cumprir requisitos essenciais, entre eles: projetar-se para a finalidade pretendida, ser seguros e funcionar conforme previsto pelos fabricantes.
Além disso, os produtos precisam apresentar riscos aceitáveis em comparação com os benefícios, garantindo que a condição clínica e a segurança dos pacientes não sejam comprometidas.
Um dos principais destaques da nova RDC é o foco nos dispositivos médicos de alto risco, classificados como de classes III e IV.
Esses produtos necessitam de dados clínicos relevantes, que comprovem, por meio de uma avaliação rigorosa, a relação risco-benefício favorável.
Esses dados devem ser baseados em evidências científicas que considerem o ciclo de vida do produto, bem como um gerenciamento adequado de riscos.
Essa abordagem visa não apenas garantir a segurança dos pacientes, mas também assegurar que os dispositivos funcionem conforme previsto, atendendo às condições de uso indicadas.
O objetivo é reforçar a confiança dos profissionais de saúde e dos usuários finais na utilização desses dispositivos, essenciais para o diagnóstico e tratamento de diversas condições de saúde.
A RDC 848/2024 reflete os esforços da Anvisa em promover a convergência regulatória internacional, especialmente no contexto do Fórum Internacional de Reguladores de Dispositivos Médicos (International Medical Devices Regulators Forum – IMDRF).
Essa iniciativa visa alinhar a regulamentação brasileira com os padrões internacionais, garantindo que o Brasil acompanhe as melhores práticas globais no campo da regulação de dispositivos médicos.
Além disso, a norma reforça o compromisso do Brasil com os países membros do Mercosul, criando um ambiente regulatório harmonizado e que favoreça a troca de informações e a segurança dos dispositivos médicos no mercado regional.
Com a entrada em vigor da RDC 848/2024, espera-se que o mercado de dispositivos médicos no Brasil se adapte rapidamente às novas exigências, o que deve resultar em produtos mais seguros e eficazes à disposição dos profissionais de saúde e pacientes.
Ao garantir que as tecnologias médicas sigam padrões rigorosos de segurança, a Anvisa contribui para a melhoria contínua da saúde pública no país.
A regulamentação atualizada reforça o papel da agência reguladora na supervisão e controle de produtos cruciais para o diagnóstico e tratamento de doenças, promovendo um ambiente mais seguro para a saúde da população e incentivando a inovação na área médica.
Fonte: Anvisa
Ministro da Saúde Alexandre Padilha Foto de Rafael Nascimento para Ministério da Saúde O Brasil…
A Policlínica/NATEA de Marabá Foto de Bruno Cruz para Agência Pará A nova Policlínica/NATEA de…
Fita com peças de quebra-cabeça coloridas e figura de madeira em fundo escuro, lugar para…
Vista superior do garoto especial com autismo entre outro em fundo verde Por LightFieldStudios O…
Mais de 10 mil pessoas passaram pela Arena Guilherme Paraense, o "Mangueirinho", no último final…
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) emitiu um alerta urgente nesta terça-feira (1º) sobre…
This website uses cookies.