Foto dos alertas no aeroporto Fotos: divulgação Agência Nacional de Vigilância Sanitária - Anvisa
Para conter o avanço de novas variantes da Mpox, o Ministério da Saúde e a Anvisa estão reforçando alertas em aeroportos e portos pelo Brasil.
Banners e painéis eletrônicos destacam sintomas como febre, dor de cabeça, calafrios e erupções na pele.
As orientações estão disponíveis em português, inglês, espanhol e francês, atingindo viajantes de diferentes origens.
A recomendação para quem apresenta sintomas ao retornar de viagem é procurar um serviço de saúde, cobrir as lesões, evitar contato com outras pessoas e não compartilhar objetos.
“A conscientização dos viajantes é essencial para evitar a entrada de novas variantes do vírus no país”, explica Geraldo Marques, coordenador de Vigilância Sanitária em Portos, Aeroportos e Fronteiras no DF.
Além das campanhas de conscientização, a Anvisa vem realizando ações para capacitar trabalhadores dos portos e aeroportos.
No aeroporto de Brasília, que recebe cerca de 40 mil pessoas diariamente, os avisos foram colocados nas áreas de embarque e desembarque nacional e internacional.
Reuniões e palestras discutem medidas de identificação e rastreamento de casos suspeitos, além de treinamentos para lidar com emergências.
No porto de Paranaguá, foram organizados exercícios simulados e palestras com foco na prevenção da Mpox.
Essas ações visam preparar a equipe portuária e aeroportuária para agir rapidamente caso surjam casos suspeitos.
A Mpox, causada pelo mpox vírus (MPXV), já apresentou surtos significativos, especialmente na África.
Em 2023, uma nova variante (cepa 1b) começou a circular, especialmente na República Democrática do Congo, e a transmissão sexual tem sido uma das principais vias de contágio.
Em resposta ao aumento de casos, a OMS declarou a doença uma Emergência de Saúde Pública de Importância Internacional (ESPII), com ênfase em proteger grupos vulneráveis, como crianças.
Com maior capacidade de transmissão, essa variante já foi detectada em países como Tailândia, Índia e Alemanha, em casos importados, sem evidências de transmissão local.
No Brasil, apesar da vigilância ativa, ainda não foram identificados casos dessa nova cepa.
Desde 2022, o Brasil registrou mais de 10 mil casos confirmados ou prováveis de Mpox.
Até outubro de 2024, foram 1.495 novos casos, concentrados principalmente na região Sudeste, com 77,8% das notificações.
Embora a maioria dos casos tenha sintomas leves ou moderados, o alerta é constante, e o Ministério da Saúde segue monitorando a doença e desenvolvendo estratégias de prevenção para a segurança da população.
Fonte: Anvisa
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